Company
Um musical de Stephen Sondheim com libreto de George Furth. Nova Iorque – 1970. E é no pulsar urgente desta cidade, no barulho, na falta de tempo para tudo, que a nossa ação se desenrola – o desafio de manter relações numa sociedade cada vez mais despersonalizada.
Company
Sobre o espetáculo
Um musical de Stephen Sondheim com libreto de George Furth. Nova Iorque – 1970. E é no pulsar urgente desta cidade, no barulho, na falta de tempo para tudo, que a nossa ação se desenrola – o desafio de manter relações numa sociedade cada vez mais despersonalizada.
É melhor viver solteiro ou acompanhado? Essa é a pergunta que Robert… ou Bobby… faz a si próprio na festa surpresa preparada pelos seus melhores amigos no seu quinquagésimo aniversário. Bobby sempre foi um solteiro solitário, rodeado dos seus “bons e loucos” amigos – casados –, mas até agora nunca deu o passo definitivo. Medo do compromisso? Medo de amar? Será que já é tarde para encontrar a felicidade? Ganhamos ou perdemos quando decidimos partilhar a vida com alguém? Deixamos de ser quem somos para nos tornarmos noutra pessoa? O “eu” passa a “nós”? Não conseguimos escapar ao tempo, ao passar dos anos, nem ao triste sentimento que nos invade quando nos apercebemos que a nossa solidão, imposta por nós próprios, não é senão o medo de nos comprometermos.
Ao longo de uma série de jantares, primeiros encontros, conversas profundas, bebidas e outras experiências, vamos assistindo a uma panóplia de momentos cómicos e melancólicos, com os casais que lhe são mais próximos e com as suas três namoradas. Nenhum deles entende o porquê do seu estado solteiro. Bobby reflete sobre os prós e os contras de assentar.
Mas estes encontros existem mesmo ou são só uma lembrança, uma recordação? Serão uma projeção das suas próprias esperanças, medos, frustrações…?
O medo do fracasso, da desilusão, a necessidade de ser querido, de pertencer a alguém… Tudo isso vai passando pela cabeça de Bobby que só quer viver. Porque é bom viver. E isso só se consegue quando temos alguém ao nosso lado para amar, e isso faz-nos sentir vivos. Company estreou na Broadway em 1970 e, durante 54 anos, foi o musical que mais nomeações teve para os Tony Awards (Óscares da Broadway).
Já teve inúmeras produções em várias partes do mundo ao longo dos anos, sendo a mais recente a versão espanhola que esteve em cena durante dois anos em Málaga, Madrid e Barcelona, dirigida e protagonizada por António Banderas.Este musical chega agora a Portugal pela mão de Henrique Feist, com autorização especial da Music Theatre International.
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Ficha técnica
Intepretação
Henrique Feist
Wanda Stuart
Pedro Pernas
Ana Capote
Valter Mira
Bárbara Correia
Diogo Leite
Rafaela Monteiro
Margarida Silva
Bruno Madeira
Filipa Azevedo
Vânia Blubird
Debbie Monteiro
Martim Mesquita Guimarães
Tradução e Direção
Henrique Feist
Cenografia
EPC
Direção Técnica
Paulo Santos
Maestro e Piano
Nuno Feist
Bernardo Marques
Keyboard 2
Manel Correia
Saxofone Alto, Flautas, Clarinetes
Miguel Carvalho
Pedro Barbosa
Saxofone Tenor, Oboé, Cor Anglais
José Martins
Marcelo Pesca
Saxofone Barítono, Clarinetes, Fagote
Artur Mendes
Vasco Avença
Trompete
Daniel Louro
Tiago Alves
Trombone
Jorge Simões
Luís Gonçalves
Baixo
Nuno Allan
Raul Peralta
Bateria e Percussão
Tiago Ramos
Jorge Pereira
Direção Musical
Nuno Feist
Direção Criativa
Valter Mira
Desenho de Luz
Paulo Santos
Desenho de Som
Gonçalo Carlos
Direção de Produção
Sílvia Peyroteo
Direção Vocal
João Henriques
Operador de Som
Eduardo Mota
Operador de Luz
José Caratão
Técnicos de Palco
Alexandre Furtado
Carolina Nunes
Cenografia
Ana Paula Rocha
FR Santos Produções
Designer
André Piçarra
Publicidade e Promoção
Nuno Vieira
Conteúdos Redes Sociais
João Albuquerque Alves
Assistente de Encenação
Jonas Cardoso
Guarda Roupa
El Corte Inglês
Corte e Styling de Perucas
Marco Santos
Manutenção de Perucas
Guilherme Gamito
Promotor
Artfeist – Produções Artísticas
2025